Nesta obra que irá buscar os mais renegados e longínquos sentimentos que seu leitor nega a aceitar, poderão ser vistos versos leves e muitos outros rústicos com os quais qualquer pessoa poderá se identificar. O autor abrange sentimentos diversos, indo desde simples problemas cotidianos a mais louca face do amor.
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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Boas festas
Estamos vendo as ultimas alas
no ano que está findando o desfile.
Cada um de nós vivemos
os blocos: da alegria, da tristeza, da esperança,
da saudade, do reencontro, da perspectiva de novos horizontes
e da fé; porque sem ela não caminhamos para frente.
Feliz Natal e um Ano Novo com muita fé seguido de realizações.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Modo de ver
Caminhar, a vida nos ensina,
precisamos perceber os sinais
existentes em cada ponto de parada:
por enfermidades,desgosto, solidão...
cada uma dessas paradas, se bem analisada,
vista de ângulo diferente,com certeza
estará nos mostrando parte da matéria que irá nos deixar
mais: atencioso,cuidadoso,desconfiado, observador...
como esse caminho não tem volta,
outros alertas aparecerão em outras curvas e
precisamos usar a sensibilidade, para interpretá-los.
Cada página de cada vida é escrita com cores e formas diferentes.
Estas mudam conforme o jeito como são vistas.
Quando vemos com amor, encontramos a beleza,
Quando vemos com carinho, encontramos afeição.
Quando vemos com orgulho, encontramos a insegurança,
Quando vemos com saudade, encontramos um doce passado,
Quando vemos com esperança encontramos o coração,
Quando vemos com inveja, encontramos a nossa fraqueza.
O modo de ver faz a nossa aproximação, a nossa direção.
Mariano P. Sousa
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Em tudo vejo você
Esse amanhecer,
pra ser assim, esse brilho nos olhos.
Esperança que nasce e traz na face
Realização.
De sim, de talvez alguns por menores
não impedem o deslizar dessa inspiração.
Esse sonho presente
que da força à caminhada
e reforça a beleza margeando e perfumando o
caminho da vida.
Robusta atração
que mantém-me perto de você
deixando-me ao alcance
do teu encanto e perfume.
Soletrando as palavras
que quero lhe dizer.
Quando amanheço, desse jeito
em tudo tendo e querendo você.
Esse dia será o mais gratificante
onde o meu coração viverá cada segundo.
Um momento único só de lhe querer.
Mariano P. Sousa
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Eu ainda não vivia você
Assim a vida acontece,
como aranha tece
seu jeito de sobreviver.
E em mim a paixão aquece
coração ressurge
como o amanhecer.
Antes de você,
meus olhos viam
em três dimensões
mas não sentiam
e nem valorizavam.
Da face pra fora,
como qualquer uma
não ganhavam vida
não interiorizavam.
Você entrou,
meu mundo tornou-se perto,
o momento sempre certo
pra ser, pra viver.
Agora vejo,
que a distancia inexiste,
os momentos alegres,
eram os mesmos tristes,
eu ainda não vivia você.
como aranha tece
seu jeito de sobreviver.
E em mim a paixão aquece
coração ressurge
como o amanhecer.
Antes de você,
meus olhos viam
em três dimensões
mas não sentiam
e nem valorizavam.
Da face pra fora,
como qualquer uma
não ganhavam vida
não interiorizavam.
Você entrou,
meu mundo tornou-se perto,
o momento sempre certo
pra ser, pra viver.
Agora vejo,
que a distancia inexiste,
os momentos alegres,
eram os mesmos tristes,
eu ainda não vivia você.
terça-feira, 19 de julho de 2011
Caminho pro fundo
Eu queria fugir pra longe de mim,
mas o mundo me acha o tempo me encaixa,
os olhos procuram, mesmo no meio da noite, do nada.
Nada, não consigo me dizer nem dize a ninguém,
se minto com o que sinto.
Corro pra longe, me escondo, mas de mim não.
Pois estou ali na margem da dor, na escada horizontal
que leva ao início e tudo começa novamente.
Na hora, no momento que eu não queria que fosse assim.
A ficha caiu, o jogo não tem fim.
É mortal, mas a morte é demorada, a dor que ela carrega não dói só em mim.
Com essa dor eu firo outros que muitas vezes nem estão ai, não sentem o desabamento de vidas e vidas.
O curioso início de tudo parecia uma linda descoberta.
Uma expressão de liberdade, um planeta de cores, um caminho
que apenas depois das primeira curvas é percebido que a volta
é dolorida mesmo quando é possível ser pra casa.
Mariano P. Sousa
mas o mundo me acha o tempo me encaixa,
os olhos procuram, mesmo no meio da noite, do nada.
Nada, não consigo me dizer nem dize a ninguém,
se minto com o que sinto.
Corro pra longe, me escondo, mas de mim não.
Pois estou ali na margem da dor, na escada horizontal
que leva ao início e tudo começa novamente.
Na hora, no momento que eu não queria que fosse assim.
A ficha caiu, o jogo não tem fim.
É mortal, mas a morte é demorada, a dor que ela carrega não dói só em mim.
Com essa dor eu firo outros que muitas vezes nem estão ai, não sentem o desabamento de vidas e vidas.
O curioso início de tudo parecia uma linda descoberta.
Uma expressão de liberdade, um planeta de cores, um caminho
que apenas depois das primeira curvas é percebido que a volta
é dolorida mesmo quando é possível ser pra casa.
Mariano P. Sousa
sábado, 21 de maio de 2011
Sabores
O sabor que aguça meu sentido,
leva-me em lugares,
distantes e naturais.
Sinto-me na sombra
de ventilados cajueiros,
em véu de cachoeira
na relva, nos coqueirais.
Sabor e cor petitosa cabidela,
caruru, vatapá, acarajé, moqueca...
Leva-me em fazendas, recôncavo,
bicas, riachos, entardecer...
Em época que fui moleque sapeca.
Sabores e traquinice,
nas alturas, no galho,
na jaca madura.
A formiga que morde,
o marimbondo que atiça,
era um sabor
de inocente aventura.
Sabor de araçá,
colhido no galho,
sabor de bacupari,
no chão entre as folhas.
Do azeite de dendê,
fervendo no tacho,
infinitos sabores
e tempos que vivi.
Mariano P. Sousa
Ah! Quero aqui avisar aos amigos que o meu livro Trajetos De Uma Estrada já está a venda também na Livraria Cultura.
leva-me em lugares,
distantes e naturais.
Sinto-me na sombra
de ventilados cajueiros,
em véu de cachoeira
na relva, nos coqueirais.
Sabor e cor petitosa cabidela,
caruru, vatapá, acarajé, moqueca...
Leva-me em fazendas, recôncavo,
bicas, riachos, entardecer...
Em época que fui moleque sapeca.
Sabores e traquinice,
nas alturas, no galho,
na jaca madura.
A formiga que morde,
o marimbondo que atiça,
era um sabor
de inocente aventura.
Sabor de araçá,
colhido no galho,
sabor de bacupari,
no chão entre as folhas.
Do azeite de dendê,
fervendo no tacho,
infinitos sabores
e tempos que vivi.
Mariano P. Sousa
Ah! Quero aqui avisar aos amigos que o meu livro Trajetos De Uma Estrada já está a venda também na Livraria Cultura.
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Será só incapacidade?
Queria eu falar
mas tenho medo.
Queríamos, nos calar,
mas e o nosso sossego,
a consciência?
- Se ainda estamos vivos, podemos perceber
que o desmando assola,
que a violência sem freio, aflora
e o código é ineficaz.
Pagamos por tudo, porém não temos o essencial,
a segurança apaga foco,
a saúde apaga nada,
o ensino é fictício.
Não vemos o mérito da aprovação.
o sistema de ensino deixa um vazio
que o tempo ocupará,
mas de um jeito doloroso.
No conceito da sociedade,
do médico que tem muitas dúvidas,
do advogado que não faz o seu papel,
do engenheiro que constrói um castelo de areia,
supervisiona uma ponte de brinquedo.
Não! Não era essa perna que devia ser amputada!!!!
Mariano P. Sousa
mas tenho medo.
Queríamos, nos calar,
mas e o nosso sossego,
a consciência?
- Se ainda estamos vivos, podemos perceber
que o desmando assola,
que a violência sem freio, aflora
e o código é ineficaz.
Pagamos por tudo, porém não temos o essencial,
a segurança apaga foco,
a saúde apaga nada,
o ensino é fictício.
Não vemos o mérito da aprovação.
o sistema de ensino deixa um vazio
que o tempo ocupará,
mas de um jeito doloroso.
No conceito da sociedade,
do médico que tem muitas dúvidas,
do advogado que não faz o seu papel,
do engenheiro que constrói um castelo de areia,
supervisiona uma ponte de brinquedo.
Não! Não era essa perna que devia ser amputada!!!!
Mariano P. Sousa
domingo, 30 de janeiro de 2011
Sistema encanto
Minha vida!
Teu ritmo calmo
dá-me um respaldo,
de resistência e solidez.
Meu planeta verde
tua força de suprir
e jeito de reagir,
elimina a escassez.
Meu encanto híbrido!
Como artérias e capilares
emaranhando esses lugares
e a brisa me refresca.
Esse corpo chamado Amazônia,
afirmo sem cerimônia
é o pouco que ainda resta.
Tapete verde:
cores, harmonia, sons, movimentos,
vidas, alegrias, chão sustento...
O globo pode respirar.
Solimões,
sua artéria principal,
desfilando num mundo natural
querendo o Negro encontrar.
Mariano P. Sousa
Teu ritmo calmo
dá-me um respaldo,
de resistência e solidez.
Meu planeta verde
tua força de suprir
e jeito de reagir,
elimina a escassez.
Meu encanto híbrido!
Como artérias e capilares
emaranhando esses lugares
e a brisa me refresca.
Esse corpo chamado Amazônia,
afirmo sem cerimônia
é o pouco que ainda resta.
Tapete verde:
cores, harmonia, sons, movimentos,
vidas, alegrias, chão sustento...
O globo pode respirar.
Solimões,
sua artéria principal,
desfilando num mundo natural
querendo o Negro encontrar.
Mariano P. Sousa
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Doce saudade
O que dizer dessa saudade?
-Às vezes é doce,
leva-me a lugares e momentos,
que foram incrivelmente vividos.
Desanda os ponteiros
do relógio da minha vida,
revive eventos
que em determinada data e instante,
quase não foram percebidos.
Transporta-me a pequenas coisas,
Como ninho de passarinho.
Um buraco na parede,
uma sombra de árvore, um caminho.
Aquela pedra, naquela sombra,
onde eu sentava pra descansar.
O borbulhar da cachoeira,
pequenos peixes a nadar.
O burro preto se coçando,
O peru fazendo roda e guru, guru...
O sol se pondo sobre a copa do landi,
no leste o céu azul.
O orvalho de manhã, em setembro,
as árvores e suas flores.
A sinfonia das cigarras,
infinitos sons e cores.
Num cantinho do meu peito,
guardo esse baú, cheio de belezas.
Busco sempre em meus sonhos,
manter essas chamas acesas.
Mariano P. Sousa
-Às vezes é doce,
leva-me a lugares e momentos,
que foram incrivelmente vividos.
Desanda os ponteiros
do relógio da minha vida,
revive eventos
que em determinada data e instante,
quase não foram percebidos.
Transporta-me a pequenas coisas,
Como ninho de passarinho.
Um buraco na parede,
uma sombra de árvore, um caminho.
Aquela pedra, naquela sombra,
onde eu sentava pra descansar.
O borbulhar da cachoeira,
pequenos peixes a nadar.
O burro preto se coçando,
O peru fazendo roda e guru, guru...
O sol se pondo sobre a copa do landi,
no leste o céu azul.
O orvalho de manhã, em setembro,
as árvores e suas flores.
A sinfonia das cigarras,
infinitos sons e cores.
Num cantinho do meu peito,
guardo esse baú, cheio de belezas.
Busco sempre em meus sonhos,
manter essas chamas acesas.
Mariano P. Sousa
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